sexta-feira, novembro 07, 2008

O comercial do ano

Comerciais bonitinhos são produto escasso, ultimamente. Sempre que vejo um que valha a pena, me encanto. Foi o que aconteceu com esse aí de baixo, não consigo tirar a musiquinha da cabeça que, decobri depois, é caúna de velha, mas nunca tinha escutado. Take a look e concorde comigo.



quarta-feira, novembro 05, 2008

E o que que Pelotas tem?

Nesse final de semana, visitei a princesa do sul, como é conhecida a cidade de Pelotas. Já conhecia a cidade de antes, uma de minhas irmãs viveu alguns anos por lá, mas eu era muito pequeno na época e não reparei na beleza da cidade e nas possibildades que ela oferece. O fato é que gostei, apesar de estar num final de semana de ovo virado (você deve saber do que estou falando).

Pelotas é uma cidade bastante histórica, com muitos prédios antigos, um patrimônio arquitetônico rico, com muitos lugares para visitar e ver. Tudo bem, vi o grosso da cidade, mas depois da ida fui pesquisar e descobri que deixei passar milhares de oportunidades de enriquecer minha bagagem cultural e conhecimento da história gaúcha. É em pelotas que ficam as principais - ou o que sobrou delas - charqueadas gaúchas. Uma delas, inclusive, foi cenário da Minissérie A Casa das Sete Mulheres, e dizer que passei a kilômetros de distância e não fui conhecer. Fiquei de cara, por perceber que disperdicei essa e outras oportunidades.

Mas nem tudo são espinhos. Conheci a praia do laranjal, vi alguns prédios do centro por fora e fui na Feira do Livro que por lá acontece nessa época do ano. Foi bacana, agradeço aos nossos anfitriões (nossos porque foi eu e a Thassia, numa trip muito legal) Mariana (a aniversariante do final de semana e motivo primaz da nossa epopéia até Pelotas) e também o André (que estava com um humor muito bom para nos aturar).

Resumo da ópera: comi horrores dos famosos doces de Pelotas, coisa que não favoreceu o diagnosticado problema com os triglicerídeos e, também e dei uma espairecida, o que é sempre bom para qualquer um.



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domingo, novembro 02, 2008

O pequeno príncipe

Há muito tempo gostaria de ter comprado esse livro e, de repente, ele aparece numa promoção por míseros R$10,00. Aproveitei a boa vontade da livraria Saraiva - que me mandou um email promocional com alguns títulos interessantes por esse preço - e, de lambuja, comprei mais outros quatro títulos, com a impressão de que essa foi uma das melhores aquisições do ano.

Enfim, o Pequeno Príncipe é um livro lindo que li quando eu tinha uns 10 anos de idade e, depois, lá pelos 20 me reencontrei de novo com essa leitura. E decidi que ele era um daqueles livros para possuir. No entanto, sempre me pareceu caro, um livro tão fininho, por, no mínimo R$35,00. A final de contas, cultura é um artigo caro no Brasil mesmo.

A história do livro de Antonie de Saint-Exupéry é sobre um menino e um piloto, que se encontram e trocam muito sobre a vida. O mais bonito de toda a história, acho que se concentra na famosa frase "Somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos" largada durante o diálogo da raposa com o Pequeno Príncipe. Fica a mensagem, a dica do livro e a idéia de que promoções também são cultura.