quarta-feira, novembro 05, 2008

E o que que Pelotas tem?

Nesse final de semana, visitei a princesa do sul, como é conhecida a cidade de Pelotas. Já conhecia a cidade de antes, uma de minhas irmãs viveu alguns anos por lá, mas eu era muito pequeno na época e não reparei na beleza da cidade e nas possibildades que ela oferece. O fato é que gostei, apesar de estar num final de semana de ovo virado (você deve saber do que estou falando).

Pelotas é uma cidade bastante histórica, com muitos prédios antigos, um patrimônio arquitetônico rico, com muitos lugares para visitar e ver. Tudo bem, vi o grosso da cidade, mas depois da ida fui pesquisar e descobri que deixei passar milhares de oportunidades de enriquecer minha bagagem cultural e conhecimento da história gaúcha. É em pelotas que ficam as principais - ou o que sobrou delas - charqueadas gaúchas. Uma delas, inclusive, foi cenário da Minissérie A Casa das Sete Mulheres, e dizer que passei a kilômetros de distância e não fui conhecer. Fiquei de cara, por perceber que disperdicei essa e outras oportunidades.

Mas nem tudo são espinhos. Conheci a praia do laranjal, vi alguns prédios do centro por fora e fui na Feira do Livro que por lá acontece nessa época do ano. Foi bacana, agradeço aos nossos anfitriões (nossos porque foi eu e a Thassia, numa trip muito legal) Mariana (a aniversariante do final de semana e motivo primaz da nossa epopéia até Pelotas) e também o André (que estava com um humor muito bom para nos aturar).

Resumo da ópera: comi horrores dos famosos doces de Pelotas, coisa que não favoreceu o diagnosticado problema com os triglicerídeos e, também e dei uma espairecida, o que é sempre bom para qualquer um.



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domingo, novembro 02, 2008

O pequeno príncipe

Há muito tempo gostaria de ter comprado esse livro e, de repente, ele aparece numa promoção por míseros R$10,00. Aproveitei a boa vontade da livraria Saraiva - que me mandou um email promocional com alguns títulos interessantes por esse preço - e, de lambuja, comprei mais outros quatro títulos, com a impressão de que essa foi uma das melhores aquisições do ano.

Enfim, o Pequeno Príncipe é um livro lindo que li quando eu tinha uns 10 anos de idade e, depois, lá pelos 20 me reencontrei de novo com essa leitura. E decidi que ele era um daqueles livros para possuir. No entanto, sempre me pareceu caro, um livro tão fininho, por, no mínimo R$35,00. A final de contas, cultura é um artigo caro no Brasil mesmo.

A história do livro de Antonie de Saint-Exupéry é sobre um menino e um piloto, que se encontram e trocam muito sobre a vida. O mais bonito de toda a história, acho que se concentra na famosa frase "Somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos" largada durante o diálogo da raposa com o Pequeno Príncipe. Fica a mensagem, a dica do livro e a idéia de que promoções também são cultura.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Nada de nós mesmos


Comecei a usar o novo browser do Google, chrome. Já que eles vão dominar o mundo, vamos ajudar nesse processo. Além disso, recebi uma mensagem - dessa que odeio ler, mas que quando certas pessoas mandam, abro a exceção e, ufa, vou até o fim - que falava sobre como temos migrado de um amor romântico, quando procurávamos uma parte que nos faltava, para um amor integrado, onde dois inteiros se acham. Agora não buscamos mais a metade da laranja, agora procuramos alguém que tenha uma dúzia de laranjas, nos ajude a espremer as nossas e, juntos, montamos uma empresa que se chamará Juice for the Human Kind, terá responsabilidade social, marketing, uma linda página na internet e um ótimo sistema de gestão de competências. Ou seja, será completa.

Eu, particularmente, gosto dessa idéia. Sempre fui meio defensor de que nós somos, mesmo, individuais. Singulares, por assim dizer. Nada nos completa, a não ser nós mesmos. Sou, portanto, muito a favor desse movimento dos singulares, que buscam os outros não porque se sentem sozinhos, mas por que sabem que os outros são complementares, são parte, vão além da necessidade e estão nesse mundo, também para buscar. Por isso me busco e busco os outros que a mim procuram, tentando minimizar o nada ululante de nós mesmos, para fazermos ser o que não existe enquanto nós, apenas enquanto eu. Buscamos. Para ser o todo, buscamos o nada de nós mesmos.

Andri, valeu pela mensagem. Me busque sempre.

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Coisas engraçadas 1

Tenho tido tanto sono ultimamente, que tenho pensado que estou com uma doença. Mas acho que não, pois continuo comento como são e, minha mãe sempre diz, que eu só estou mal quando paro de comer. Para não ressabiar, marquei um exame dos triglicerídeos para amanhã, que volta e meio sobem, me assombram e me deixam com essa moleza baiana no corpo - essa é para ti Deka.

Coisas engraçadas 2

Ontem recebi um email que começava assim: Olá, André, eu sou fulano de tal, lembra de mim? Ok, amado, se tu não lembra nem meu nome, como quer que eu lembre de ti, no way, dear.