domingo, maio 04, 2008

Línguas

Quem me conhece, sabe. E, se não sabe, é porque não me conhece. Tá bem, não sejamos drásticos, nem todos sabem. Mas é verdade. Adoro línguas. Mesmo não sabendo muito bem nenhuma – inclusive o português (problema sério com a ortografia) – sou uma pessoa apaixonado pelas letras, pelas palavras, sejam elas escritas da forma que são.

Para ajudar os mais entusiastas – e autodidatas – como eu, abaixo vão alguns links bons de sites onde se pode aprender um pouco de inglês e francês. Como diz o Tadany – místico transcedental e holítistico – com a internet à mão, só não aprende outras línguas quem não quer. Toca aqui Tadany, tô contigo e não abro. Prova disso é o monde de conteúdo e informação que temos à nossa disposição. Aos links, então:

BBC Learn English – Site mantido pela rede de TV estatal da Rainha – The Queen Elisabeth II.

Speak Up – Conteúdo Free da revista que é vendida a peso de ouro para quem quer aprender inglês.

Franco Clic – Je ne parlé pà – site da embaixada francesa do Brasil com vários links para quem quer aprimorar seu francês.

É isso, aprendam enquanto há tempo.

quinta-feira, maio 01, 2008

Avatar blá blá blár


Para quem gosta dessas coisas interneteiras e blogueiras, abaixo um link para criar seu avatar para msn com os personagens do South Park, o inspirador, cômico e escrachado desenho que a mtv veiculou durante anos na TV brasileira e mundial.

http://www.sp-studio.de/

Aí do lado tem o meu. O chicote é só para dar um tom dramático ao negócio.

So, enjoy it!

quinta-feira, abril 17, 2008

De volta às palavras

Como faz muito tempo que não escrevo, nem sei bem direito por onde começar. Já vem aí quase um mês de abandono e milhares de assuntos assomam minha mente na intenção de se manifestar nessa página. Bem, vou eleger então o tema da bagagem, como tópico principal dessa conversa com você. Vamos lá, puxe o banquinho para mais perto, leve a mão até o queixo e preste muita atenção que o titio Marcelo vai começar.
Sempre pensei nas pessoas como trens. Trem mesmo, com uma locomotiva na frente e um número grande de vagões, com diversas coisas escondidas e guardadas, que, às vezes, nem o maquinista conhece direito. Gostou da metáfora? Ela parece boba, mas é bem profunda. Dá pra ouvir até o eco, de tão profunda. Quando encontramos alguém, e nossas locomotivas se topam, não passamos da superfície. Só conseguimos ver o que está na frente, aparente, ignoramos de forma efetiva toda a história, os anseios, os conhecimentos e desejos das outras pessoas. Não somos sábios para ouvir e nem para observar o que de sagrado cada um carrega.
É só o tempo – e olhe lá – que nos leva a conhecer melhor alguém. A convivência a partilha diária de nossas escatologias é que nos levam ao conhecimento profundo. Precisamos aprender a conhecer a bagagem de cada um, mas não entrar de maneira violenta. Temos que ir aos poucos, procurando, aprendendo, buscando. Revirando devagarzinho, assim como a maria-fumaça que se move na lentidão das colinas e vales. Conviver é uma descoberta. De dias e anos, somados. Se demoramos tanto tempo para nos autoconhecer, imagina conhecer o outro. Precisamos de uma viagem muito longa.